TIP Projetos

SCRUM OFF-TI: implantando times ágeis em escritórios de Arquitetura

A palavra Scrum não é uma sigla e nem tem tradução para o português. Fora do mundo de TI – Scrum é momento do jogo de Rugby quando a equipe está unida com um único propósito, em uma formação específica, em que a participação de todos é essencial. A falta de comprometimento de um membro pode fazer a formação cair, então a união e o foco no objetivo (mover a bola em direção ao “gol”) é primordial. Esta definição deixa claro o “espírito” do Scrum, um modelo que considera essencial o trabalho em equipe e o foco dos participantes.

Scrum é uma estrutura básica à qual se podem agregar outras ferramentas expandindo-a e adaptando-a. É considerado o instrumento perfeito para resolver problemas complexos e adaptativos, produzindo de forma criativa. O desenvolvimento do produto deve ser realizado de forma iterativa e incremental e seu principal objetivo é entregar o produto funcionando ao final de cada ciclo, conforme estabelecido no início.

Scrum foi criado a partir de três pilares:

  • Transparência – é fundamental que todos compartilhem o mesmo entendimento do processo e de seu andamento.
  • Inspeção – o monitoramento deve ser frequente a fim de evitar surpresas desagradáveis.
  • Adaptação – os desvios devem ser imediatamente corrigidos.

Estes pilares são essenciais para o desenvolvimento de projetos que sofrem mudanças constantes, independentemente do motivo da mudança (cliente, fornecedor ou o próprio product owner).

Scrum, apesar de ter se tornado popular entre desenvolvedores de softwares, produz resultados incríveis quando usado em outros nichos de mercado. A experiência em escritório de Arquitetura foi apresentada em agosto no painel tendências do Scrum Gathering® Rio 2015 (#scrumrio) pela arquiteta Sonia Lopes (PMP e ScrumMaster).

Sonia Lopes é fundadora da TIP PROJETOS, empresa especializada em consultoria de Gerenciamento de Projetos e já implantou o Scrum em diversos escritórios de Arquitetura no Rio de Janeiro e em Porto Alegre.  A experiência tem demonstrado perfeita adaptabilidade tanto do framework à realidade dos arquitetos e demais profissionais criativos, como destes profissionais ao Scrum.

Após um planejamento macro do projeto, o Scrum entra em cena para estabelecer metas (backlog da sprint), preparar as tarefas, acompanhar o desenvolvimento e entregar um produto viável mínimo. Ao se iniciar o novo ciclo (sprint), as lições aprendidas no ciclo anterior já são colocadas em prática, melhorando o desempenho da equipe.

Com o uso e a experiência, o time aprende a estimar melhor o esforço das tarefas, as pessoas compreendem melhor seu papel dentro do grupo e a comunicação melhora. Consequentemente a produção aumenta e a qualidade do produto também.

Dos testes iniciais nasceu o Modelo TIP de Gerenciamento de Projetos, mas isso já é outra história. Você pode conhecê-lo melhor acessando o link abaixo e baixando o e-book grátis.

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