TIP Projetos

O primeiro webinar a gente nunca esquece … métodos ágeis

Esta semana palestrei pela primeira vez em um Webinar proposto pelo PMI-Rio. Foi uma experiência interessante, apesar de alguns problemas com a minha conexão.

Por estar acostumada com apresentações presenciais senti falta do olho no olho e de perceber as reações dos que estão assistindo. Diria que é um processo um tanto solitário.

Ao final várias perguntas interessantes foram feitas e ficou a sensação de que estavam acordados enquanto eu falava.

Métodos Ágeis foi o tema escolhido para o evento, talvez porque venha despertando a atenção de diversos tipos de profissionais no mercado, inclusive dos gerentes de projetos. Meu objetivo no evento foi deixar um pouco mais claro o que são os métodos ágeis e tratar especificamente de alguns frameworks e modelos mentais que são essenciais quando se pensa em Agile.

A palestra começou com alguns conceitos básicos, como:

MÉTODOS ÁGEIS, que foi definido como modelos ou processos iterativos e incrementais, que permitem adaptações e revisões frequentes. Seus resultados se destacam em situações de alta complexidade e seu foco é a melhoria contínua.

LEAN THINKING, ou mentalidade enxuta, que embora desenvolvido para a indústria automobilística, onde fez o maior sucesso. E a partir dos anos 80 começou a ser usado para desenvolvimento de software.

Na sequência, abordamos Design Thinking, Scrum e Kanban.

DESIGN THINKING é um processo que está em voga nos últimos tempos, utiliza o conceito de criação do design de produto para os serviços e produtos de todo tipo, inclusive para os negócios. Algumas de suas características como a transparência no processo, o comprometimento da equipe, o trabalho multidisciplinar e o produto mínimo viável (MVP) que é o protótipo desenvolvido para teste, nos permite a “licença poética” de juntar Design Thinking ao conjunto de Métodos Ágeis.

A abordagem sobre o modelo SCRUM partiu de seus valores básicos: coragem, foco, comprometimento, respeito e abertura. Em seguida o processo foi apresentado com as definições de artefatos e cerimônias. O passo seguinte foi a apresentação dos papéis dentro do time.

Um complemento importante para o Scrum é o KANBAN (quadro ou placa visível) com o qual podemos dar visibilidade ao andamento das estórias e tarefas. Um quadro bem estruturado permite a identificação de gargalos e problemas, além de estimular a comunicação.

A parte mais difícil é colocar tudo isso em prática, os conceitos e os processos são simples, mas não simplórios. É necessário desenvolver uma cultura ágil, mas isso, já assunto para o próximo post.

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